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 Título: Re: Auroras do Passado
MensagemEnviado: Seg Fev 08, 2010 10:38 am 
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Espero que não seja nada sério então.



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Auroras do Passado - Silua Laeral, Discípula de Bast 14
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 Título: Re: Auroras do Passado
MensagemEnviado: Seg Fev 08, 2010 6:19 pm 
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Aêêêêê \m/

Voltou em tempo recorde, meio dia útil!!!

Gogogo PnP as 21h como sempre.


EDIT >> eu não terei aula esse semestre, e não pretendo começar a estudar pro vestibular antes de metade de abril, o que nos deixa livres pra jogar PnP nos domingos, terças, quartas e algumas sextas por um bom tempo (ja que estudar eu posso nas segundas, quintas e sábados) :ceva:



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Auroras do Passado (oficial - discussão) Irthos Valeth (Acólito do Dragão nível 13)
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 Título: Re: Auroras do Passado
MensagemEnviado: Seg Fev 08, 2010 9:19 pm 
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Apanhando pras nossas conexões again...

usando o tracert, a net do cru demonstrou ser 50% pior que a minha em alguns casos, e isso não é de se comemorar =X



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Auroras do Passado (oficial - discussão) Irthos Valeth (Acólito do Dragão nível 13)
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 Título: Re: Auroras do Passado
MensagemEnviado: Qua Fev 10, 2010 2:48 pm 
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Fui informado que finalmente os indivíduos foram trocar o router - que por algum motivo chamam de rádio, ermmm - hoje à tarde. Bom, espero que isso resolva e não tenha sido apenas uma infeliz coincidência.

E tem um problema meio geral aqui na região em acessar páginas de fora do país. Achei que era só lá em casa, mas tem mais gente aqui em VA com esse problema além de outros como o Biel. Então, sei lá, espero que não de problemas novamente e que com a troca do router tudo volte a ser como antes.



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 Título: Re: Auroras do Passado
MensagemEnviado: Qua Fev 10, 2010 6:53 pm 
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O que importa é que minha net tá bombando em HTTP e P2P (3,8GB em 15h), entao se tivermos problemas é culpa do hamachi!!!



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Auroras do Passado (oficial - discussão) Irthos Valeth (Acólito do Dragão nível 13)
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 Título: Re: Auroras do Passado
MensagemEnviado: Qua Fev 10, 2010 9:55 pm 
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Sessão CCLXV
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O clima da viagem de volta é limpo e com um forte vento soprando no sentido do continente, presente de Bethal. O impulso dele somado às remadas dos fortes braços de Beowulf impulsionam o barco com uma velocidade incrível. Ele mal parece tocar na água, passando a impressão de que ele na verdade voa sobre a infinidade azul.
A velocidade do barco acaba assustado Irthos e Silua no primeiro dia. O primeiro passa mal, vomitando diversas vezes sobre a borda do barco, já Silua fica com os braços doendo no final do dia, devido ao esforço de manter o barco no caminho. Os dois falam com Beowulf ao anoitecer e ele concorda em reduzir o ritmo.
Nos dois dias seguintes o drakkar cruza os mares com maestria, as bestas na proa e popa parecem rugir com o som das ondas quebrando nos cascos. No anoitecer do terceiro dia Irthos e Silua olhando o mapa chegam a conclusão de que o continente está bastante próximo - menos de um dia até a chegada do continente. Tanto Irthos quanto Azreth estavam agradecidos por finalmente chegarem em terra firme.
Isso foi o suficiente para animar novamente Beowulf. A perspectiva de chegar no próximo dia fez com que o Isän remasse como se sua vida dependesse disso. Mas dessa vez com Irthos e Silua mais acostumados a viagem segue mais segura, embora no crepúsculo com Arathi sendo visível por Irthos e Silua no horizonte todos se sintam um tanto fracos com os braços doendo devido ao esforço do dia.
Os remos continuam a subir com força e fúria e o drakkar segue firme e decidido na sua rota. O mar alaranjado devido ao crepúsculo é agitado, tornando os urros dos dragões ainda mais fortes e temíveis naquele entardecer. A visita ao arquipélago havia trazido algumas respostas mas também trouxe mais perguntas. Mas o fogo da esperança, a esperança da Aurora, brilhava com força nos olhos de todos.
Silua (animada): Finalmente estamos voltando, embora ainda temos muito o que fazer nas semanas e meses que virão...
Irthos (animado): Aye, embora de uns tempos pra cá prefire isto a ficar parado. Desde que o movimento não seja tanto sobre um barco!
Beowulf: Eu sigo remando, absorto. Sinto que Gunnfaxi está se aproximando cada vez mais e posso ver a excitação de uma grande cavalgada pelas planícies crescendo nele tanto quanto em mim
Silua (gritando): Vamos o barco grande até a praia, Beowulf? Ou vamos passar para o bote antes?
Cristiane (Silua): *Vamo levar o
Beowulf (gritando): Já estamos tão próximos assim?
Irthos (gritando, rindo): Se você continuar remando assim, vamos acabar do outro lado de Arathi!
Silua ri alto.
Beowulf: Eu paro de remar e subo as escadas bastante animado, os braços doendo bastante. Quando vejo o pôr do Sol fico maravilhado com a cena. Parado ao lado da cabeça de dragão eu fico alguns segundos olhando para frente
Beowulf (rindo, me virando para Irthos e Silua): Para variar, eu não vejo sinal da cidade. Mas sinto que ela está próxima
Silua (anuindo): Nós já a estamos vendo ao longe.
Beowulf (coçando a barba): Minha vontade é de chegar logo na cidade, mas acho sábio esperarmos até o anoitecer e nos aproximarmos de bote. Se alguém nos ver, podemos dizer que estávamos pescando.
Irthos (rindo): Sem mencionar que se alguem nos viu saindo de bote, dias atrás, iria estranhar retornarmos com um barco desses.
Silua (anuindo): E pelo menos temos uma vara para mostrar (rindo) Acho que vou ter que tentar pegar uns peixes hoje para ajudar na desculpa...
Beowulf: Está decidido então (eu recolho a vela e passo o restante do entardecer bebendo hidromel, olhando para o oeste intensamente)
Silua: Eu anuo e pego minha vara e fico pescando até anoitecer.
-> Irthos: Teste
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Irthos: Eu rio e fico olhando em direção do continente, ansioso por aportar logo. Azreth observa Silua, curioso.
Logo o sol começa a se aproximar cada vez mais do horizonte às suas frentes. O céu azul se torna laranja para no final se tornar negro. A luz das estrelas e da lua lhes garante um pouco de precária iluminação. O farol do porto pode ser visto claramente mais à frente, brilhando como ouro na escuridão da noite
Irthos (olhando para o farol): Beowulf, quer ter as honras? Ou vamos ver se não ganhamos um bote peludo?
Silua (rindo): Vocês iriam adorar isso, não?
Beowulf: Não, eu ia me comichar até amanhã de manhã e (rindo) há muitas coisas que quero fazer essa noite (eu pronuncio as palavras e transformo o outrora magnífico drakkar no pequeno bote. Seguro ambos os remos rapidamente, ansioso em voltar para terra, ignorando a dor dos braços) Embora eu consiga ver o farol mais à frente, terão de me apontar o caminho.
Irthos (rindo): Só apontar ou dizer de quais pedras e embarcações desviar também? (eu me ajeito melhor no bote)
Silua (rindo): Acho que ele queria dizer desviar mesmo. (eu me ajeito melhor também, e fico atenta ao nosso caminho até o litoral).
Beowulf: Eu remo até o litoral, seguindo as instruções de Irthos e Silua até o porto. Chegando lá, eu espero Irthos e Silua desembarcarem para o fazer em seguida, cuidando se alguém nos observa
GM: Ninguém parece lhes ver, Irthos e Silua não tiveram muitas dificuldades em encontrar um lugar com ninguém por perto para desembarcar
Irthos (um pouco baixo): Se quiser ir na frente, como fizemos na saida, sinta-se a vontade Silua. Vamos mais sorrateiros pra evitar atenção novamente?
Silua (baixo): Bem, chegamos. Vamos ir até a taverna onde ficamos da outra vez? (rindo, ainda baixo) Embora acho que todos nós vamos querer ver nossos cavalos primeiro...
Beowulf: Acho que não será necessário Irthos, não acho muito suspeito andarmos no cais. (para Silia) Aye, eu iriei ver Gunnfaxi e cavalgarei com ele por um bom tempo. Mas não me esperem na taverna hoje, devo aparecer por lá amanhã de manhã
Silua (rindo): Beowulf preferindo outra coisa do que beber?
Irthos (rindo): Cavalgar sob o luar bebendo hidromel do chifre? Me parece uma boa idéia. Mas eu quero descansar, sacudir-me novamemente só amanhã.
Silua (anuindo): Verdade. Bem, vamos indo então, nos vemos amanhã na taverna, então Beowulf?
Beowulf (rindo): O que lhe diz que para onde eu irei não terá o que beber? E eu achei que ao menos até o estábulo iríamos juntos
Silua (rindo): Bem, depois de vermos os cavalos, é claro.
Irthos anui pra ambos os comentarios, rindo.
Beowulf: Eu ando até o estábulo, ansioso. Chegando lá, eu vou rapidamente na direção de Gunnfaxi, derrubando alguns baldes no caminho. Abraço ele com força, acariciando a crina, rindo
Silua: Eu rio e sigo para o estábulo animada. Chegando lá, Asad me recebe igualmente feliz, eu o acaricio bastante, assim como a Oathorn, que relincha feliz em nos ver.
Irthos: Eu sigo até o estábulo, indo direto até Skyggnir. Ele me recebe talvez até mais feliz que eu, se isto é possível. Eu o abraço e o acaricio bastante, sentindo uma leve pontada de ciúmes vindos de Azreth.
Beowulf: Eu agradeço ao cavalariço pelo serviço, vendo o pelo brilhante de Gunnfaxi e os cascos limpos e bem cuidado. Eu coloco a sela nele e monto rapidamente, dando uns passos na direção da saída, me aproximando de Irthos e Silua
Beowulf (animado): Eu vou cavalgar um pouco, Gunnfaxi enxerga bem sob a luz das estrelas e ambos precisamos cavalgar um pouco juntos (eu dou umas palmadinhas nele, extremamente animado) Depois, procurarei um lugar para beber e uma companhia. Nos vemos pela manhã! (eu saio numa cavalgada um tanto rápido, sem esperar pela resposta ou reação de Irthos e Silua)
Silua (rindo): Sempre apressado.
Irthos (rindo): Embora eu entenda os motivos (eu dou uns tapinhas em Skyggnir, agradecendo também ao cavalariço). Bem, damas primeiro, os cansados e com fome depois.
Silua (rindo): Como se eu não estivesse cansada e com fome também, mas agradeço pelo dama. (eu também agradeço ao cavalariço pelos cuidados com os cavalos, me despeço de Asad e Oathorn, prometendo voltar amanhã e depois sigo com Irthos rumo a taverna onde estivemos quando chegamos aqui da primeira vez).
A taverna está quase cheia, embora ainda há alguns lugares nas mesas. O taverneiro lhes reconhece e os cumprimenta animadamente
Taverneiro: Bem-vindos de volta! E onde está o grandalhão da última vez? (rindo) Sabem, ele faz bem para os negócios
Matheus: se ele tinha nome antes, eu não anotei e to com preguiça de procurar hehe
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Irthos: Eu sigo logo atrás, animado por rever Skyggnir e pelas coisas voltarem ao seu ritmo normal. Ao menos por um tempo.
se ele tinha nome antes, eu não anotei e to com preguiça de procurar hehe
A taverna está quase cheia, embora ainda há alguns lugares nas mesas. O taverneiro lhes reconhece e os cumprimenta animadamente
Taverneiro: Bem-vindos de volta! E onde está o grandalhão da última vez? (rindo) Sabem, ele faz bem para os negócios
Silua (rindo): Ele tinha outros assuntos para resolver, mas volta amanhã cedo.
Taverneiro (rindo): Uma pena! Mas e vocês, vão querer comer e beber algo, além de um quarto para passar a noite?
Silua (anuindo): É o que pretendemos fazer.
Taverneiro anota algo num pergaminho, e lhes diz onde estão os quartos
Taverneiro: Sentem-se, já pedirei para alguém ir até sua mesa
Silua: Eu anuo, olho para Irthos e procuramos uma mesa vaga.
Irthos: Eu anuo e me sento em uma mesa vaga mais ao canto, me jogando na cadeira.
Silua (rindo): Ainda bem que foi você e não Beowulf, senão lá se ia uma cadeira...
GM: Pouco tempo depois, uma garçonete chega na mesa, perguntando o que desejam comer e beber. Ela possui um sorriso feliz e contagiante, brilhando junto de seu cabelo dourado
Silua: Eu vou querer galinha com batatas. Para beber, suco.
Irthos (animado): Porco com batatas, queijo e hidromel.
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 Título: Re: Auroras do Passado
MensagemEnviado: Qui Fev 11, 2010 7:30 am 
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Maldita dor de garganta >_< começou do nada e quando vi mal conseguia falar.

Sessão curta e legal como sempre =)



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Auroras do Passado (oficial - discussão) Irthos Valeth (Acólito do Dragão nível 13)
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 Título: Re: Auroras do Passado
MensagemEnviado: Sex Fev 12, 2010 1:17 pm 
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Ao menos minha internet estava "um pouco" melhor. O complicado é que Razi x eu fica por relay, dae é leeeeeentoooooooooo.

Avisando que não poderei jogar hoje devido a uma nerdnight que tinha marcado faz tempo e só lembrei hoje -.-



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 Título: Re: Auroras do Passado
MensagemEnviado: Sex Fev 12, 2010 1:34 pm 
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Sem problemas, então. Jogamos domingo (e ainda poderemos render mais na segunda, por causa do feriadão...)



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Auroras do Passado - Silua Laeral, Discípula de Bast 14
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 Título: Re: Auroras do Passado
MensagemEnviado: Sex Fev 12, 2010 1:39 pm 
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Feriadão para ti, eu trabalho.



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 Título: Re: Auroras do Passado
MensagemEnviado: Dom Fev 14, 2010 12:29 am 
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E hoje voltamos às compras depois de uma porrada de tempo. No meu caso, lucrativo até:

Anel pra evitar 1 fumble por dia
Braceletes de armadura +2 feitos de escamas de uma dragoa azul \m/
Broquel agora é +1
Colaborei na compra de um encantamento pra nossa querida carroça
Hyinen agora é Congelante (1d6 de dano por frio em todos ataques)
Paguei metade de minha dívida para com a Silua



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Auroras do Passado (oficial - discussão) Irthos Valeth (Acólito do Dragão nível 13)
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 Título: Re: Auroras do Passado
MensagemEnviado: Dom Fev 14, 2010 12:31 am 
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Sessão CCLXVI
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GM: A garçonete volta minutos depois, trazendo o que pediram. O cheiro e a aparência estão ótimos, como da última vez
Irthos: Eu agradeço e começo a comer com vontade, embora com um pouco mais de educação do que durante a viagem. Guardo um pedaço de carne para Azreth como sempre.
Silua: Eu agradeço e janto com vontade, embora mantendo a discrição habitual em público.
A comida continuara ótima e logo se sentem satisfeitos. Seus pratos são removidos e bebidas servidas novamente. A taverna está mais calma do que da última vez, há poucas pessoas ali e apenas uma pequena parte parece estar bebendo mais do que deveria. Mas isso não tira o clima da taverna, que continua animada e repleta de sorrisos acompanhados do som de um alaúde. Um bardo passa próximo da mesa de Irthos e Silua enquanto canta, cochichando baixo no ouvido de Irthos, embora alto o suficiente para a audição aguçada de Silua ouvir
Bardo: Quer que eu cante uma música para a sua companheira? Elas adoram!
Irthos (rindo, baixo): Ela não é esse tipo de companheira que você deva estar pensando.
Bardo: Ah, aventureiros! Sinto muito (ele fala sinceramente e continua a sua cantoria e música)
Irthos: Eu o cumprimento com um sorriso conforme ele se afasta.
Silua (rindo, baixo para apenas Irthos ouvir): Companheira?
Irthos (rindo, baixo o suficiente para ser ouvido até da mesa do lado): Teve sorte que ele fez o pedido num dia em que estou apenas pouco bêbado! (eu viro meu caneco)
Silua anui, rindo baixinho.
Irthos (bufando, baixo): Ótimo, agora ele me fez imaginar dragões com pelos e onças com asas (eu chamo a garçonete para que me traga mais hidromel, baixando a voz novamente em seguida) E depois da minha cidade? Atravessamos as montanhas novamente ou vamos primeiro ao meu destino que ja fica no lado leste, e então vamos para o oeste?
Silua (rindo, baixo): Tá tão impaciente para voar que pôs asas na imaginação antes? (mais séria) Quanto ao tarjeto, o melhor seria discutirmos com Beowulf presente, mas considerando-se que nenhum de nós deve estar muito ansioso para percorrer tão cedo os túneis anões, provavelmente seguiremos rumo às Colinas de Bronze primeiro.
Irthos (baixo): Aye, qualquer coisa acima da terra está ótimo pra mim. E se formos pra baixo primeiro, nem precisaremos das montanhas, não? (eu continuo a beber assim que o hidromel chega, ouvindo as músicas do bardo até o sono tomar conta)
Silua: Eu anuo e continuo tomando meu suco e escutando o bardo até a hora de nos recolhermos.
GM: Com as horas, o sono vai vindo. Mais cedo para Irthos que sente a bebida finalmente fazendo efeito
Irthos (bocejando, um pouco tonto): Se eu continuar muito tempo aqui, dormirei sobre a mesma mesmo. Boa noite Silua, nos vemos amanhã, com sorte Beowulf chegará bêbado sem ter ido dormir e tentará criar uma fogueira no meio da taverna, com azar ele estará sentado em uma mesa desjejuando (eu vou até o taverneiro e peço as chaves do meu quarto. Lá, dou o que guardei da carne para Azreth, que a devora ferozmente. Removo as espadas antes de me deitar e logo começo a roncar baixo)
Silua: Eu anuo, rindo baixo, e também me recolho ao meu quarto. Me deito e adormeço logo.
A noite se passa rapidamente, a cidade afastada das docas é bastante calma. O som mais frequente é o de um gato de rua miando nos telhados. E Irthos aparentemente estava com azar, já que quando ele desperta no outro dia encontra Beowulf desjejuando numa mesa, de costas para ele. Silua ainda não parecia ter despertado
Irthos: Eu vou o mais silencioso que posso até a mesa onde Beowulf está, dando-lhe um tapinha nos ombros.
Beowulf: Eu me viro, um pouco assustado, derramando a cerveja que estava em minha mão
Irthos (rindo, alto): Bom dia!
Beowulf (rindo): Irthos! Já falei para não me assustar dessa maneira (eu limpo um pouco da cerveja que havia ficado na barba) Dia. Algum problema durante a noite?
Irthos: Tranquilo até demais (eu me sento em outra cadeira, olhando para os lados) Silua voltou pro seu quarto antes que eu acordasse?
Beowulf: Não a vi, ela deve estar dormindo ainda
GM: Silua, você ouve a última frase de Beowulf no topo das escadas
Silua: Rindo baixo, eu me dirijo até onde eles estão.
Silua (rindo): Quem estava dormindo ainda?
Beowulf (rindo): Você que não, ao que pude ver. Sempre esqueço que não tem como enganar os ouvidos de vocês
Silua: Eu anuo, ainda rindo um pouco, e me sento à mesa também, pedindo meu desjejum.
Irthos: Milagre que eu acordei antes de você (eu também peço meu desjejum)
Silua (rindo): Acho que dormi um pouco demais hoje.
Beowulf (bocejando): Irthos me contou que foi tudo tranquilo por aqui ontem a noite. (rindo) Bastante diferente daquela nossa visita às docas, não?
Irthos (rindo): Poderia ter sido mais animada, se tivesse deixado um bardo acreditar que Silua era minha companheira... não apenas de aventuras... em viagens.
Silua ri.
Beowulf (rindo): Bardos, nunca aprendem. Certamente ele estava querendo ganhar alguma prata (eu busco mais dois canecos de cerveja para mim)
Silua (rindo): Se ele soubesse que eu escutei quando ele propôs ao Irthos tocar algo para mim...
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Beowulf: Partiremos para Rondall logo após o desjejum ou tem algo que pretendam fazer ainda?
Cristiane (Silua): teste
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Silua: Vamos a cavalo normalmente ou querem procurar a ordem de Azzet aqui? Embora haja o problema da carroça.
Irthos (rindo): Pretendia comprar um anel pra evitar os efeitos catastróficos de ser atingido em cheio por uma bola de fogo e similares, e se sobrar algo, fazer um bracelete pra me proteger um pouco mais. Claro que teriamos que ver o tempo que isso demandará, se o fizer, só sobraria a opção da ordem.
Silua: Fora trocar esse monte de moedas de cobre...
Beowulf: Aye, realmente acho que a primeira coisa que deveremos fazer é trocar todas essas moedas. Não sei até quanto mais o baú vai aguentar
Silua: Temos que repôr nossas poções também. E se formos usar os serviços da ordem no futuro, temos que decidir o que faremos com a carroça. Não podemos usar os círculos por causa dela e teleporte normal só se você a levar, e isso chama muita atenção.
Beowulf: Não gostaria de abandonar a carroça. Afinal carregamos sempre muita coisa e ela é bastante útil e (rindo) onde já ouviu falar de aventureiros sem carroça?
Silua: Teríamos duas soluções: deixar a carroça e Oathorn carregar diretamente o pouco que temos a mais como o baú ou ver se é possível por algum efeito de uso limitado para encolher a carroça e assim podermos carregá-la sem chamar atenção, podendo até mesmo usar os círculos.
Irthos (pensativo): A segunda opção seria muito interessante, só espero que não seja muito cara.
Beowulf: Aye. (eu como o restante do pernil de porco com algumas grandes mordidas) Vamos logo procurar algum lugar pra trocar essas moedas e vender as jóias
Cristiane (Silua): nós chegamos a receber o desjejum?
Matheus E (Beowulf): sim
Silua: Eu anuo, terminando de desjejuar.
Irthos: Aye (eu termino de desjejuar)
Silua: Vamos, então? (eu me levanto e me dirijo ao balcão, para perguntar onde poderemos vender o que conseguimos).
Taverneiro: Alguns aventureiros que passaram por aqui há uns dois dias comentaram sobre um gnomo joalheiro, Flitwick. Eu já passei na frente da loja dele, e bem, ele parece ser bem rico e bem sucedido
Silua: Obrigada pela informação. (eu volto para junto de meus amigos).
Taverneiro (rindo): Ei! Não quer saber onde fica?
Silua: Desculpe, estava distraida (eu volto, rindo um pouco para pegar o endereço do gnomo)
GM: O taverneiro lhe passa o endereço, o local é perto dali. Em menos de 10 minutos conseguem chegar lá
Silua: Eu agradeço novamente, pedindo desculpas pela distração, e volto para junto de meus amigos, ainda rindo um pouco pelo acontecido.
Beowulf: E então, descobriu algum bom lugar?
Silua (anuindo): O taverneiro me indicou a loja de um gnomo joalheiro chamado Flitwick, podemos chegar lá em menos de 10 minutos. (rindo levemente) E acho que andar com o Irthos está me afetando mesmo, já tava voltando quando ele me lembrou que não tinha me dado o endereço dele...
Irthos: Eu rio alto.
Beowulf: Enquanto eu não esquecer de beber cerveja e hidromel, não me importarei (eu baixo o caneco, vazio) Melhor começarmos o mais cedo possível, quero ainda hoje pegar o teleporte se possível. E Irthos deve estar mais ansioso do que eu para voltar a Rondall, não?
Irthos (animado): Aye, estava a fim de chegar lá antes do meu aniversário! (eu me levanto e vou buscar minhas coisas no quarto. Azreth entra na bolsa enquanto eu olho para dentro da mochila, visualizando as escamas do dragão verde. Outra coisa chama minha atenção, e eu bufo com um misto de raiva e risos, descendo em seguida para me juntar à meus companheiros)
Silua: Eu anuo, rindo, subo para pegar minhas coisas e depois volto a me reunir aos meus amigos.
Irthos: Eu continuo rindo, enquanto aguardo Beowulf retornar de seu quarto.
Beowulf: Eu desço as escadas também, olhando para a janela. Depois de alguns momentos pensativo, eu me aproximo da mesa, rindo
Beowulf (rindo): Não acredito como pude esquecer que dia é hoje!
Irthos (rindo): Seu aniversário também?
Cleber (Irthos): - também
Beowulf (rindo): Não, meu aniversário é em Auroras do Sol. Hoje é o Dia do Eclipse!
Silua (rindo): É mesmo. Isso que ainda tínhamos falado a respeito ainda na ilha.
Irthos (distraido, olhando para a janela): Verdade. Nem me dei conta, acho que a viagem de barco me deixou confuso mesmo. E tem uma coisa que eu não sei como havia esquecido! Acabei enterrando-as debaixo de outras coisas (eu coloco a mochila sobre a mesa, abrindo-a na direção de Beowulf e Silua, apontando para as escamas azuis, agora ao lado das verdes)
Silua (rindo): Nem me lembrava que você havia pego dessas também.
Beowulf (coçando a barba): Do nosso encontro com o Orbe de Schlarz? Também não lembrava dessas. (rindo) Azul fica melhor em você
Irthos: Aye, mas agora estou dividido. As verdes representam mais pra mim, afinal fui em quem o decepou. (rindo) Poderia mandar fazer uma bainha de escamas azuis para a Hyinen, combinaria ao menos.
Beowulf (rindo): Você vai ficar parecendo um arco-íris se continuar assim
Silua anui, rindo.
Irthos (bufando, rindo): Também. Bem, usarei as azuis por enquanto, as verdes pensarei o que fazer. Vamos então?
Silua (anuindo): Vamos, senão ficaremos a manhã toda falando bobagem aqui (ri levemente).
Beowulf: Aye, quero comprar algumas coisas também, talvez até algo na loja desse Flitwick (eu coço a barba pensativo)
Silua (rindo): Um presente para alguém? (eu saio da taverna, espero meus amigos e depois seguimos rumo à loja do gnomo).
Irthos: Eu rio levemente e saio da loja, seguindo Silua até a loja.
Cleber (Irthos): *saio da taverna
Beowulf: Nay, (rindo) vocês verão. (eu também saio da taverna e sigo na direção da loja do Flitwick, tropecando devido à penumbra do eclipse)
GM: Com as instruções do taverneiro, conseguem encontrar a loja facilmente. Há poucas pessoas na rua devido ao eclipse, tornando o caminho até lá mais rápido. Quando chegam lá, podem ver que realmente o que o taverneiro disse é verdade. A loja parece grande, olhando rápido para ela podem ver que está aberta e não há ninguém lá além de um gnomo olhando para uma jóia com uma espécie estranha de óculos
Silua Eu olho a loja por alguns instantes e depois entro.
Irthos: Eu olho admirado para a loja, entrando em seguida.
Beowulf: Eu entro curioso, observando todo aquele ouro e jóias
Flitwick olha para vocês e por alguns instantes não parece vê-los. Depois com uma expressão de surpresa, tira os óculos e se aproxima de vocês, cumprimentando-os animado. O gnomo olha surpreso para todos, especialmente para Beowulf que tem mais do que o dobro de altura dele
Flitwick (rindo): Fregueses estranhos para um dia estranho! Sejam muito bem-vindos à minha loja! Se procuram trocar suas moedas ou algo com relação à jóias e ouriversaria, vieram ao lugar certo! Cuidado com o lustre aí em cima! (ele aponta para Beowulf, a alguns centímetros de um lustre de aparência caríssima)
Beowulf: Eu abaixo a cabeça, nervoso
Irthos: Aye (cumprimentando Flitwick), viemos trocar uma quantia de moedas de todos os tipos, além de algumas pedras preciosas. É mais seguro andar com menos moedas, mesmo que a perda de uma custe mais que perder a quinta parte das outras, se o senhor me entende.
Flitwick (rindo): Senhor? Por acaso sou tão velho assim? (ele se encara no espelho antes de se virar na direção de vocês) Trocaremos as moedas primeiro então! Mas saibam que eu cobro uma pequena parte como taxa. O que pretendem trocar?
Silua: Beowulf, é com você.
Beowulf: Aye (eu retiro o baú de dentro da mochila e começo a tirar os inúmeros sacos de moedas de dentro dele, nos quais havíamos colocado as moedas enquanto estávamos à bordo do drakkar) E aqui está o que conseguimos contar (eu entrego para ele um pedaço de pergaminho com a contagem que fizemos das moedas)
Flitwick (estupefato): Pelas cuecas douradas de Glittergold, quantas moedas! Mataram um dragão, foi?
Silua anui, rindo.
Flitwick: Uma besta solta ao menos. E este parece ter já matado muitos para colocar as mãos em tanto dinheiro! (rindo de um jeito maquiavélico) Bem, vamos contar isso então (ele pronuncia algumas palavras e começa a tocar os sacos, escalando a pilha eventualmente. Depois ele lhes entrega o pergaminho com o que ele pagará por tudo aquilo em peças de platina)
Matheus: a menos*
Irthos: Eu olho do pergaminho a meus amigos, com cara de quem aprova o valor.
Beowulf: Aye, está ótimo para mim também.
Silua (anuindo): Para mim também.
Flitwick (animado): Excelente! Grandalhão, pode levar toda essa pilha para o quarto de trás enquanto entrego para os dois aqui as peças de platina?
Beowulf anui
Flitwick parece sussurar algumas palavras
Flitwick: Um momento (ele vai até a sala de trás e volta arrastando um grande saco de moedas) Pronto, pode levá-las agora. (rindo) Sabem como é, proteção contra ladrões
Beowulf: Anuo e começo a levar os sacos para a sala de trás, tomando o cuidado para manter a cabeça baixa e não bater em nada
GM: Enquanto Beowulf leva os sacos de moedas para a parte de trás da sala, Flitwick dá três sacos para Silua e Irthos, cada um fazendo o belo som da platina retinindo
Flitwick (animado): Mais algo que posso fazer por vocês? Devo lhes avisar de ante-mão que não trabalho com itens mágicos
Silua: Para mim, nada mais, embora Beowulf tenha falado antes na possibilidade de adquirir algo. (pensativa) Falando em itens mágicos, sabe onde podemos adquirir tais coisas?
Flitwick: Um amigo meu tem uma loja aqui perto (ele lhes diz onde a encontrar), ele compra de mim e encanta, então, modéstia à parte, podem saber que os itens serão também belos! (ao ver que Beowlf havia levado tudo para o outro lado, ele sussura novamente algumas palavras)
Beowulf: Aye, eu realmente queria comprar algo. Gostaria de comprar alguns anéis para barba, caso possua
Flitwick (rindo): Caso eu possua? É claro que possuo! Venha até aqui (ele puxa Beowulf pelo kilt até uma prateleira, onde mostra uma grande seleção de anéis de tamanho menor que podem ser abertos e fechados para prenderem na barba)
Beowulf: Eu olho para os anéis animado e acabo por escolher quatro anéis simples de ouro, gravados com runas de Isa. Prendo um de cada lado do bigode e divido a parte da barba abaixo do queixo em duas, prendendo cada lado com um anel
Beowulf (animado): Ficarei com esses quatro. Quanto lhe devo?
Flitwick: São 360 peças de ouro. Este ouro é o mais fino ouro dos anões das Gadrafik, então saiba que está comprando uma peça de qualidade
Beowulf: Eu anuo e pago ele. Imagino quando estava em Isa se um dia poderia sonhar em gastar esse dinheiro com anéis para barba. Mas olhando para as minhas cicatrizes vejo que paguei o preço de tudo o que tenho não apenas com prata e ouro
Beowulf: Eu não preciso de mais nada. Vocês dois?
Silua: Eu não preciso de nafa
Cristiane (Silua): *nada
Irthos (distraido, olhando para os anéis na barba de Beowulf): Não, obrigado.
Beowulf (rindo, olhando para Irthos): O que foi?
Irthos (segurando um pouco o riso): Diferente.
Beowulf ri, ajustando melhor os anéis
Beowulf: Agradecemos por ter trocado nossas moedas Flitwick, e eu também gostaria de parebenizar-lhe pelo seu trabalho. São bastante belos! (eu falo por final, admirando o brilho do ouro enquanto os ajusto na frente do espelho)
Flitwick: Estou feliz por ter gostado, e se precisarem dos meu serviços novamente podem me procurar novamente. E cuidado com o lustre ao sair!
Matheus E (Beowulf): nossa, novamente duas vezes na mesma frase. Foi só acabar a cerveja...
Silua (anuindo): Nós o procuraremos. (eu me dirijo rumo à porta, enquanto ajudo Beowulf a evitar bater nas coisas dentro da loja)
Irthos: Aye, o procuraremos! Bons negócios até voltarmos! (eu me despeço de Flitwick e me preparo para sair da loja, juntamente com meus amigos)
Beowulf (para Irthos, pensativo): Diferente como?
Irthos (rindo): Ficou parecendo alguns dos anões que vimos em Lawjbard. E com metade da barba pra cada lado, onde o hidromel vai ficar grudado quando escorrer?
Beowulf (rindo): Nela. Só que agora eu vou poder enxer dois canecos de vez com o que escorrer e não apenas um
Silua (rindo): Daqui a pouco, para o Beowulf virar anão mesmo só falta mudar de raça, o resto já tem...
Irthos (rindo): E encolher mais de metro também. Bem Silua, seja nossos olhos e bom-senso até chegarmos na loja de encantamentos. Não que eu não enxergue bem, mas estou mais que distraido hoje.
Beowulf (rindo): Nós Isän somos mais parecidos com anões do que os humanos aqui de Val'huhn. E colocar anéis na barba é um costume bastante comum por lá, embora a maioria use apenas cordões ou anéis de cobre. Usar anéis de ouro apenas poucos podem e enquanto estava lá, eu jamais imaginarei que um dia eu usaria. Mas vamos para lá que talvez eu também me interesse por algo (eu sigo Silua)
Silua: Eu anuo rindo e sigo na direção indicada peolo gnomo para chegar à loja do amigo dele.
GM: Vocês chegam até a loja indicada pelo gnomo com facilidade. Mesmo após terem passado um bom tempo por lá, as ruas continuam bem pouco movimentadas
Vocês andam pelas lojas procurando por algo que lhes interessam ou então encantando os seus itens. Voltam para a taverna um pouco depois do meio-dia, carregando o que quiseram e o que o dinheiro permitiu. Estão cansados e famintos, e o cheiro da excelente comida da estalagem fez com que entrassem logo e procurassem uma mesa, sentando-se nela e pedindo o desjejum.
GM: Para quem comprou algo novo, descrevê-los.
Matheus E (Beowulf): Eu comprei um amuleto novo, ele tem um formato de um martelo de Thor, um dos deuses venderados em Isa.
Cleber (Irthos): Eu comprei um par de braceletes de armadura, forjados magicamente usando as escamas do dragão azul que derrotamos a caminho das montanhas. As escamas contrastam fortemente com o prata das luvas.
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E comprei o amuleto também. Gandalf, tu que achou ele primeiro, ele cancela um fumble te obrigando a rolar novamente ou tu pode realizar novamente qualquer jogada?



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MensagemEnviado: Dom Fev 14, 2010 8:08 am 
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Ele permite rerolar qualquer teste de resistência uma vez ao dia, não apenas os fumbles, mas deve-se declarar a intenção de usá-lo antes de se saber a consequência da jogada (se foi suficiente ou não), mas como fumble é sempre ruim não precisa esperar para saber que se deu mal.



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Auroras do Passado - Silua Laeral, Discípula de Bast 14
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MensagemEnviado: Dom Fev 14, 2010 10:47 pm 
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Beowulf: Enquanto almoço, eu admiro o novo amuleto. O ouro com detalhes em prata refulge na luz das velas, acesas devido à penumbra do eclipse. Eu o guardo debaixo do peitoral e aperto a capa de urso, o inverno realmente estava chegando. Como com vontade, imaginando quanto tempo demorará para comermos novamente numa taverna
Irthos: Eu observo os braceletes, admirado. Aliás, foi quase só o que fiz desde que foram magicamente forjados e encantados, quase tropeçando em algumas pessoas no caminho de volta à taverna. Como com vontade assim que o almoço chega.
Irthos (baixo, rindo): Pensar que parte de uma criatura que tentou nos matar, está me protegendo agora, é uma ironia no mínimo interessante. Queria ver a cara e a fúria deles ao me ver usando isso, quando reconhecerem o material, se suspeitarem da origem.
Silua Eu almoço bem, enquanto penso no que o destino nos reserva pela frente.
Beowulf (rindo, baixo): Se for pensar, tudo o que temos compramos com o dinheiro daqueles que tentaram nos matar. Ou melhor, quase tudo (eu toco no anel de braço de Kord, Tomo um gole de hidromel) Mudando de assunto, estou curioso para saber o que aquele mago quis dizer com "luz para derrotar as criaturas das trevas" quando ele falou sobre o encantamento que pus na Drakegard. Ele me garantiu que seria um dos meus melhores investimentos e espero que seja, pois me custou muito ouro
Irthos (intrigado, rindo um pouco, baixo): Bem, basta encontrarmos uma criatura das trevas para testarmos, o que não deve ser tão dificil, conhecendo nossos inimigos. Eu só melhorei o que a Hyinen fazia de melhor, que era o rastro de gelo que ela deixava em seus ataques. A diferença é que segundo o mago, agora vou poder fazer isso em cada golpe, e ainda invocar o poder que ja usava quando necessário.
Beowulf (feliz): Eu jamais imaginava encontrar algo como esse amuleto por aqui. Ele é o símbolo de Kord, um dos deuses venerados em Isa e acho que apenas por lá, assim como Njörd que menciono frequentemente.
Irthos: E você Silua? Estava tão animado com minhas coisas que nem vi o que você comprou. O fato de eu ter quitado metade de minha dívida lhe ajudou?
Silua: Só melhorei meu cinto mesmo, agora ficou semelhante ao seu.
Irthos (anuindo): Depois de uma manobra louca que eu quase fiz na caverna, estive pensando em algo. (rindo) Podíamos treinar algum modo de sairmos instintivamente da frente um do outro quando um de nós quisesse investir sobre o inimigo como um touro em fúria. Ao menos evitaria algumas trombadas catastróficas, não acham?
Beowulf (pensativo): Seria útil, mas teremos que esperar até depois de chegarmos a Rondall, porque enfrentaremos neve no caminho todo e se bem lhe conheço quer chegar lá ontem
Irthos (rindo): Não falei que precisava ser pra ontem, só que podiamos considerar isso e praticar aos poucos. (baixo) E depois de Rondall, Beowulf? Ja tem alguma idéia? Sugeri ontem à Silua que primeiro descessemos até as Colinas de Bronze, proximo a Takesh, e depois subissemos pelo Oeste. Eu ao menos não estava a fim de já retornar às montanhas.
Beowulf: Eu gostaria de visitar Isa se possível. Não sei quanto tempo perderemos nesses lugares e nem se voltaremos de lá com vida. Gostaria de ver meu lar pelo menos mais uma vez
Silua: Poderemos ir quando formos no teu objetivo, é o mais próximo de lá. Mas também prefiro começar pelas colinas de Bronze.
Beowulf (rindo): Achei que Irthos tinha dito que não gostaria de retornar às montanhas
Silua: Ele estava se referindo às dos anões.
Irthos (rindo): Uma das viagens é obrigatoriamente por baixo das montanhas durante dias. A outra quem sabe seja por cima.
Beowulf (rindo): Esqueceu dos teleportes, Irthos? Certamente haverá algum membro da ordem próximo da costa
Irthos: Talvez, muito provavelmente. Se lembram que depois de Othalos eu quis descer rumo a Takesh, sem lembrar que deveriamos ir pro lado oposto? Será que ja era um sinal?
Silua: Bem, quando formos usar o círculo hoje, poderemos nos informar onde são as cidades mais próximas de nossos objetivos, depois decidiremos para onde iremos priemiro.
Beowulf anui, bebendo um caneco de cerveja
GM: Vocês comem e bebem rapidamente, vendo a taverna ficar razoavelmente cheia. Ao que parece muitos preferiram beber ao invés de trabalhar durante o dia de hoje
Silua: A taverna está enchendo rápido. Bem, não sei quanto a vocês, mas acho que poderemos ir assim que estiverem prontos com o almoço. Ainda temos que usar a pedra que Azzet nos deu para achar o colega dele aqui.
Irthos (anuindo): Quando vocês estiverem (eu finalizo um resto de carne e viro o copo de hidromel)
Beowulf: Eu termino de comer e de beber o restante das jarras de cerveja e hidromel antes de me por de pé, ajustando a mochila nas costas. Vou até o taverneiro e pago minha conta
GM: Foram 8 moedas de ouro
Silua Eu também me levanto, após terminada minha refeição e vou pagar minha conta.
Silua: Eu também me levanto, após terminada minha refeição e vou pagar minha conta.
Irthos: Eu também me levanto e vou até o taverneiro pagar minha conta, alogando os braços um pouco.
Beowulf: Silua, foram 9 peças de prata e Irthos, duas de ouro
GM: Silua, foram 9 peças de prata e Irthos, duas de ouro
Beowulf: Eu saio da taverna, esperando por Irthos e Silua
Irthos: Eu sigo logo atrás, animado em seguir viagem.
Silua Após pagar o taverneiro, eu saio também.
Beowulf: A pedra ficou com alguém ou está no baú?
Silua: Comigo não está. Provavelmente deve estar no baú.
Irthos: Eu anuo.
Beowulf: Eu retiro a pedra de dentro da mochila e pronuncio as palavras dada por Azzet. Se sentir algo, eu sigo até lá o mais rápido que posso
GM: A pedra começa a ser puxada numa direção. Vocês seguem o caminho apontado por ela, chegando numa loja de tamanho mediano. Lá dentro podem ver o que parece ser um meio-elfo lendo um pergaminho absorto
Beowulf: Eu entro na loja, mantendo a cabeça baixa
Silua: Eu entro na loja também, observando seu interior.
Irthos: Eu sigo logo atrás, um pouco distraido.
GM: O meio-elfo logo percebe sua vinda. Ele lhes cumprimenta animadamente
Gleralaman: Saudações, sou Gleralaman e vejo que trazem consigo uma pedra de minha ordem. Posso lhes perguntar quem foi que a concedeu a vocês?
Silua (anuindo): Foi Azzet, da cidade de Nateril.
Gleralaman: Azzet! Lembro-me que estudamos juntos até ele descobrir que não nasceu para os livros. Craz ainda está com ele?
Silua (anuindo): Está.
Beowulf: Aye, e ambos estão muito bem, antes que pergunte! Nós o ajudamos com um pequeno problema e ele nos dara a pedra, falando que sua ordem poderia nos ajudar a ir de algum lugar para o outro. (eu paro por um tempo, coçando a barba, olhando para Irthos e Silua) Aliás, Azzet não mencionou o nome da ordem, mencionou?
Silua (pensativa): Boa pergunta, não tenho certeza, mas acho que não.
Gleralaman: Nossa ordem é chamada de Errantes do Caminho. (rindo) Vejo que Azzet continua não sendo muito brilhante! Mas então, querem ir para algum lugar ou só estavam procurando por uma loja de encantamentos e acharam que essa era a maneira mais fácil de descobrir uma?
Silua (rindo): Gostaríamos de usar os serviços de sua ordem mesmo.
Gleralaman (anuindo): Sem problemas, para onde pretendem ir?
Beowulf: O mais próximo de Lobo Uivante que pudermos, certo Irthos?
Irthos (anuindo): Aye. E já me interessaria saber qual o ponto mais próximo de Takesh que poderiamos ir também.
Beowulf: E da costa oeste também, próxima a Isa.
Silua: E de Azzaraf, ao sul da Floresta Negra.
Gleralaman (sorrindo): Sabia que você tinha de ser de lá. (ele pega um pergaminho e começa a o consultar) Lobo Uivante, vejamos... em Mesos é o mais próximo. Takesh somente em Aenen. Em Isa não temos nenhum membro, então o mais próximo de lá em Wemelfen. De Azzaraf é lá mesmo
Cristiane (Silua): Mesos? Da outra vez, não tinha sido dito Aegir?
Matheus: Os dois são equidistantes, nao sao?
Cristiane (Silua): acho que sim, sorry
Cleber (Irthos): Mesos e Aegir ficam igualmente distantes de Lobo Uivante
Cleber (Irthos): mas quase nao pegamos neve via Mesos
Cleber (Irthos): + deslocamento
Cleber (Irthos): *deslocamento + rapido
Cristiane (Silua): yep
Irthos (pensativo): Mesos... bem, jurava que Azzet havia dito que havia também Aegir, mas pensando agora, é menos neve vindo por baixo, o que quer dizer que chegaremos mais rápido.
Silua anui.
Gleralaman: Em Aegir há um posto também. Mas ele, ao contrário de mim, não levou em consideração o mesmo ponto que fizeste. Então, para onde irão?
Silua: Mesos então.
Gleralaman: Tudo bem, possuem cavalos não?
Silua: Sim, 4 deles e uma carroça, mas (rindo) arrumamos um jeitinho para ela não atrapalhar.
Gleralaman (curioso): Qual?
Cristiane (Silua): foi feito exatamente o que? Encolher? Virar uma caixa temporária, como nosso barco?
Matheus: Ela encolhe
Silua (rindo): Como já tivemos problemas com a mistura carroça mais teleporte, decidimos pôr um efeito mágico nela para possamos encolhê-la, ao menos pelo tempo necessário para isso.
Gleralaman (curioso): E como resolveram da última vez?
Silua: Bem, nossa primeira carroça ficou para trás no meio de uma floresta...
Irthos anui, rindo.
Irthos (rindo): Nem me lembre do serviço que tivemos pra esvaziá-la.
Silua (rindo): Nós? Você foi obrigado a ficar só assistindo aquela vez...
Irthos anui, rindo ainda mais.
Irthos (rindo): Aye, um braço quebrado é um grande problema sempre. Bem, aqui estamos nós relembrando o passado enquanto nosso amigo Gleralaman deve nos considerar um pouco loucos. Quem buscará tudo?
Beowulf (rindo): Eu, como sempre. Ahn, como trarei os cavalos aqui para dentro?
Gleralaman (rindo): Eu já me preveni. O círculo fica do lado de fora, oculto por magia. Só vou avisar em Mesos que estarão chegando por lá (ele escreve algumas palavras num pergaminho e após pronunciar algumas palavras ele se transforma num pássaro e começa a voar, desaparecendo no ar) Estão avisados, para a rua então (ele aponta a porta)
Silua Eu anuo e saio pela porta indicada.
Beowulf: Eu saio da loja, diminuindo a carroça e juntando os cavalos
Irthos: Eu saio pela porta indicada, ja um pouco menos animado devido às lembranças daquele braço quebrado.
Gleralaman (sussrando): Nam ja qual other naem uthal yeran baze prt ubam kra ish BAETAR!
GM: Quando o elfo termina de pronunciar o encantamento, um círculo prateado surge no chão mais à frente da loja dele. Alguns passantes olham para aquilo admirados, mas muitos poucos ficam mais do que alguns instantes
Gleralaman: Se puderem entrar
Silua: Eu anuo e entro no círculo, levando Asad e Oathorn junto.
Cleber (Irthos): mesmo encolhendo a carroça ainda é coisa que precisa um beowulf da vida, nao?
Matheus: O peso tu quer dizer?
Cleber (Irthos): peso e tamanho
GM: O tamanho é algo como um cubo de 1m de lado e pesa pouco mais de 50kg
Irthos: Eu anuo e entro também, levando Skyggnir junto.
Beowulf: Eu pego a carroça agora reduzida e trago Gunnfaxi para o círculo. Me certifico de que eu e ele estamos dentro
Gleralaman: Posso?
Silua (anuindo): Pode.
Irthos: Eu anuo.
Beowulf anui
Gleralaman pronuncia algumas palavras e uma luz branca surge na frente dos olhos de vocês. Em poucos segundos o brilho branco some e podem ver que não estão mais em Arathi. As casas predominantemente de madeira de lá deram lugares a construções com o primeiro andar de pedra e o segundo de madeira. Ao que parecem estão na parte interna de um lugar, observando a rua por um janela. O mago que cuida dali, um humano já bastante velho, pragueja ao ver os cavalos e logo lhes conduz para fora, assustando um pouco os cavalos que logo são acalmados por Gunnfaxi. Ele se despede de vocês um pouco ranzinza
Silua: Eu rio levemente após o humano se afastar, enquanto acaricio Asad.
Beowulf (rindo): Até tivermos neve pelos joelhos, você guia Irthos
Irthos: Eu rio um pouco, acariciando Skyggnir.
Silua: Vamos prosseguir ainda hoje ou pretendem pernoitar aqui?
Irthos: Eu rio um pouco, acariciando Skyggnir.
Irthos (animado): Quanto tempo que não estive mais pela região. Agora é o que, metade da tarde? É com Beowulf se ele quer uma ultima tavernada ou não, ele sabe o que eu tenho a dizer sobre o assunto.
Beowulf: Sei como é querer voltar logo para casa, pois sinto o mesmo. Vamos partir já hoje e deixamos a tavernada para Rondall, foi para isso que comprei os barris de cerveja, para poder beber à vontade por lá sem acabar com o estoque do taverneiro. Afinal, não devem receber muitos visitantes por lá, não é?
Irthos (rindo animado): Aye, e a essa altura do inverno a maioria dos suprimentos deve ter sido estocada já. Inverno aliás que a um ano atrás me fez quase congelar durante a viagem, que fiz um tanto quanto precipitadamente (eu sacudo a capa de pele de lobo, rindo) Bem, vamos pela saída noroeste da cidade, e vamos logo, Beowulf sabe como não tarda a escurecer nesta época no norte, e os portões fecharão ao anoitecer (eu monto em Skyggnir e começo a cavalgar lentamente, assoviando)
Beowulf: Eu volto a carroça ao tamanho normal e a prendo em Oathorn
Silua: Eu anuo rindo e depois monto em Asad, seguindo ao lado de Irthos, Oathorn nos seguindo logo atrás.
Beowulf (baixo): Quando a neve vier e ficar alta, pode deixar que eu a levarei (eu dou uns tapinhas em Oathorn, antes de montar em Gunnfaxi e pedir para ele para que faça Oathorn nos seguir com a carroça
Silua: Faremos como então? Atalharemos até Rondall ou passaremos por Lobo Uivante antes?
Silua: Ou existe um caminho daqui até sua vila, Irthos?
Irthos (bufando, rindo): Atalharemos... bem, o melhor, pra não dizer único caminho seguro de se fazer sem um limpador de neve (eu olho para Beowulf, seguro o riso, então continuo) é por uma pequena estrada que segue rumo as montanhas, uns doze quilômetros antes de Lobo Uivante. Aliás, já passamos do Eclipse, então acho que nem verão a estrada direito. Eu prefiro ir direto por ela, a não ser que Bahamut espirre nas montanhas em nossa direção.
Silua ri.
Beowulf: Estaremos bem longe das montanhas. O maior problema será de fato a neve acumulada. Em Isa durante as nevascas mais fortes a neve passava de um metro e vinte! Aqui imagino que ela deva chegar até um próxima dos 90 centímetros se ainda me lembro do que ouvi nas tavernas. De qualquer forma, é impossível passar sem o equipamento adequado, ou (rindo) no nosso caso, eu
Irthos: Não que eu medisse a altura da neve quando estava entediado, mas acho que ja ouvi falar de algo proximo de um metro e vinte em algumas delas também. E lembre-se que nas tavernas, se comentavam, certamente era de Lobo Uivante, que fica a cinquenta quilometros das montanhas (eu continuo cavalgando rumo ao portão noroeste)
Cleber (Irthos): *em algumas conversas de taverna também
Silua: Como estamos de comida, fora o que separamos para levar para Rondall?
Beowulf: Não temos muitos suprimentos, teremos que caçar enquanto ainda não temos neve
Irthos (pensativo): Nem sei, Beowulf quem foi o ultimo a conferir isso.
Silua anui, séria.
Cleber (Irthos): inverte a ordem dos comentarios ali por causa do lag..
Irthos (animado): Não que isso seja um problema.
Beowulf: Aye, mas siga na frente Irthos, você que conhece o caminho. Enquanto tiver estrada e não houver neve, vá na frente e nos mostre o caminho
Cleber (Irthos): o caminho
Irthos: Eu anuo, tomando um pouco a dianteira conforme os portões surgem a nossa frente.
Beowulf: Eu sigo Irthos, feliz em sentir o frio do inverno. Ajusto os anéis na barba e seguro a capa branca de urso mais próxima do corpo. O branco dela contrastando com o vermelho vivo dos meus cabelos e barbas
Silua: Eu cavalgo ao lado de Beowulf, meu pelo ajudando a manter o frio afastado, além de contar com a ajuda extra da capa de leão.
Irthos: Eu cavalgo feliz para fora dos portões, o frio ja não me afetando mais como a um ano atrás, e não apenas devido à capa. Penso animado em como as coisas estarão quando chegarmos, e quantos ainda irão me reconhecer, mais alto e também mais atlético, em especial o último. Azreth fica um pouco confuso pela euforia de pensamentos que invadem minha mente, e Skyggnir feliz por estarmos cavalgando juntos novamente. Rondall que me aguarde.
Vocês seguem pela estrada, cada vez ficando mais frio. A neve começa a cair com força durante o quarto dia e no final do quinto alguns centímetros já se acumulam sobre a estrada, muitos mais fora dela. A caça até esse dia foi boa, conseguiram provisões para o restante da viagem além de carne por um bom tempo para os moradores de Rondall. Na manhã do sexto dia se encontram no lugar onde Irthos avisara que seria melhor seguirem pela estrada lateral. O único problema é que dela, só restara a placa. A estrada estava completamente coberta pela neve de mais de meio metro.
Irthos (rindo animado): Ah, bem como eu imaginei! Agora é com você Beowulf, embora você vá precisar de mim pra saber por onde a estrada passa. Há um pequeno espinhal a uns cinco quilometros daqui, cerca de duzentos metros ao sul da estrada, que eu nao gostaria de ver vocês pisando sobre!
Silua (rindo): Acho que vamos precisar de nosso removedor de neve...
Beowulf (rindo): Alguns espinhos não vão me ferir. embora eu odiaria chegar em Rondall com o kilt ou a capa rasgada. Bem, vamos lá, se ainda me lembro do mapa, em dois dias estaremos em Rondall. Algo que precisem fazer? Estamos a um menos de um dia de Lobo Uivante afinal de contas
Silua: Eu não preciso de nada. Temos provisões que chega para a viagem e para Rondall.
Irthos: Tudo que eu preciso posso encontrar em Rondall: amigos, banho, familia, o lado de fora das montanhas, a caverna onde Razgorith morou e, porque não, uma taverna!
Beowulf (animado): Vamos logo, mal posso esperar por uma taverna com cerveja à vontade e um fogo para manter o calor próximo do corpo! (Eu desmonto de Gunnfaxi, vou até Oathorn e solto a carroça, transformando-a na caixa e colocando-a debaixo do braço) Sigam em fila atrás de mim. Eu irei na frente e Gunnfaxi logo atrás, isso deve afastar bastante a neve e tornar o caminho fácil para vocês. E Irthos, lembre-se de me avisar sobre o espinhal
Irthos: Que espinhal? (eu rio e sigo logo atrás de Gunnfaxi)
Silua: Eu rio e sigo atrás de ambos, Oathorn seguindo atrás.
Beowulf: Eu sigo na frente, abrindo caminho com os braços e pernas na estrada coberta de neve. Fazer isso me fez lembrar de Isa e me surpreender com a facilidade que faço isso atualmente. Realmente eu mudei. O caminho que deixo para os outros passarem é largo e com pouca neve, Gunnfaxi ajuda a espalhar ainda mais a neve, tornando o caminho completamente transitável por algo que não seja uma carroça. Paro frequentemente e conjuro algumas chamas para me aquecer e derreter a neve acumulada sobre a minha roupa
GM: O dia segue frio e com uma forte nevasca, que continua no dia seguinte. A noite se aproxima, cobrindo o mundo com tons escuros e a neve começa a cair com mais força. Segundo Irthos ainda estão há algumas horas de Rondall. Silua e Irthos conseguem ver uma caverna numa colina mais ao norte.
Silua (ainda olhando na direção da colina): Tem uma caverna naquela colina lá, melhor nos abrigarmos lá.
Beowulf: Aye, seguir nessa nevasca pode ser arriscado, ainda mais à noite
Matheus: Abriu um mapa grande para todos?
Cristiane (Silua): sim
Cleber (Irthos): uhu,
Irthos (anuindo): Eu me lembro dessa caverna, só nao lembro por qual motivo... bem, é como Beowulf disse, e de nada adiantaria chegarmos la no meio da madrugada com voces dois congelando e tiramos as pessoas de suas casas. Vamos ficar lá mesmo (eu aponto ela melhor para Beowulf)
Beowulf (rindo): Aye, iriam achar que um urso estava atacando a vila! (eu esfrego as mãos e sigo na direção da caverna)
Silua: Falando em urso, chequem primeiro antes de entrar, uma caverna, ainda mais no inverno, pode ter dono já.
Irthos: Eu anuo e sigo cauteloso até a entrada da caverna, tentando me lembrar porque já ouvi falar dela em Rondall.
Vocês seguem até a caverna, onde após certificarem-se de que ela está deserta, entram e fazem uma refeição seca e mais quente. O inverno havia chegado ali já e com força. Embora o frio não seja tão forte quando nas Gadrafik ou como Beowulf se lembra em Isa, é o suficiente para o calor do fogo ser acolhedor.
O jantar e a noite de sono são tranquilos, a pedra não deu sinal algum. Parece que com o frio, todas criaturas preferiram ficar no calor de suas tocas. Vocês despertam com o sol brilhando atrás de alguns flocos de neve que insistem em cair. Pouco antes do meio-dia podem ver Rondall mais à frente. Aqui aparentemente ninguém quisera sair de suas casas também, já que todas parecem estar fechadas e sem ninguém na rua
Irthos (olhando um pouco preocupado para a cidade): Eu sei que estamos no inverno e se todos fossem como eu a dez anos atrás, não iriam querer levantar da cama mesmo, mas como não são, é estranho. Cadê ao menos a milícia? (eu continuo a me aproximar da cidade, uma pontada de preocupação)
Silua: Estranho mesmo, quase meio-dia e ninguém a vista. Não estamos no meio de uma nevasca nem nada para estar assim.
Beowulf: Talvez eles estejam apenas se protegendo do frio. Vou acelerar aqui um pouco (eu ajusto a cabeça de urso sobre a minha e acelero, dando passos grandes e com força, grunhindo um pouco pelo esforço)
Silua: Eu anuo e continuo seguindo Beowulf e Irthos.
GM: Vocês chegam no centro da vila e o silêncio é desolador. Não há som algum, exceto pelo que parece ser um cachorro latindo numa casa mais afastada.
'Cristiane' disconnected
'Cleber' disconnected


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